Sábado, 1 de Novembro de 2008

Reino Ruído

Sentado no quarto,

Com o cigarro entre os dentes,

Vendo tudo desmoronar.

As crenças se foram,

E a falsidade foi com elas.

Armam-se as ciladas,

Todos se preparam para a guerra.

As armaduras são preparadas,

As armas sacadas.

Apego-me ao amor,

E daqui não me movo.

Assisto tudo se consumir,

O reino ruir por si só.

Só me resta o amor,

E por ele me reerguerei.

Construirei meu próprio reino,

E neste não haverá intriga.

Pois te amo Cristiane,

E é contigo que farei família.

É contigo que viverei,

E por ti, agüentarei cada segundo,

Sem pestanejar,

Apenas te esperando,

Para o meu amor demonstrar.

Agibert Matheus às 03:15 de 02/11/08

Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Instinto Predominante, Instinto Assassino

Trancado num quarto,

Me ponho a pensar.

Que não há nada na vida,

Além de te amar.

Ouço um chamado,

Sou libertado.

Pego minhas armas, saio.

Sei que se não escapar,

Não sobreviverei.

O instinto me domina, sei que vencerei.

Os inimigos todos abatidos,

E o seu corpo dentre os deles caído,

Lutei demais e me entreguei ao destino,

Senti apenas o meu sangue fluindo.

Lutei demais e esqueci-me de te amar,

E agora nada mais me resta, a não ser me matar.

Agibert Matheus às 3:11 de 19/10/08

Domingo, 14 de Setembro de 2008

Pranto de Egoísmo

Sentado ao relento da noite,

Com um cigarro entre os dentes,

Chorando por saudades.

Assim me encontro,

Na porta de casa,

Ao som da caneta riscado o papel.

A Lua cose encobre de nuvens,

Tal qual meu coração,

Com lágrimas de anseio,

Anseio por tua presença.

Quão gloriosa sois, ó nuvem,

Que viaja nesse mundo,

E avista meu amor.

Quão glorioso sois vós, ó vento,

Que arrastas contigo meu suspiro,

Até os ouvidos de minha amada.

Voa aguardo, ó amada minha,

Com meus poemas em mãos, sentado nessa porta.

Para que testemunhes, junto com o mundo,

Este egoísta sentimento,

De te amar,

De te querer, para sempre, ao meu lado.

Agibert Matheus às 02:15 de 14/09/08

Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

Sonhos e Realidade

é... Aishiteru Ana-sama



A noite me parece estranha,

Tudo está quieto, quieto demais.

A morte parece se aproximar,

Porque não há som nas ruas.

Um cigarro se acaba,

Acendo outro.

Pressentindo o fim,

O fim de tudo.

Alguns apartamentos ainda acesos,

Alguns corações batendo,

Outros parando.

A cada segundo que se passa,

Lembro-me mais do seu rosto.

Vejo-vos em cada canto da casa,

Sentindo-me cada vez mais só.

Olho para dentro de mim,

E nada vejo.

Tento achar um porque,

Mas nada me vem a mente.

Apenas o seu rosto,

Apenas o seu sorriso.

Um sorriso imaginado,

Mas que me conforta de alguma forma.

Não vejo já tem tempo,

E o buraco só aumenta.

Sinto a dor da saudade,

E sinto a angústia de amar.

Percebo então que tudo se resumiu a você,

Passei a viver por você,

Respiro apenas por você existir,

E meu coração só pulsa com a lembrança,

Com a lembrança da sua face angelical.

Penso em seu nome,

Em você sendo chamada pelo meu sobrenome.

Na vizinhança calma,

Reclamando de nossos risos.

E em você, sussurrando seu amor em meu ouvido,

Assim como farei contigo,

Ana Paula,

Minha futura,

Senhora Agibert.

Agibert Matheus às 04:16 de 13/08/08

Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

I Just Feel

bom, essa surgiu depois de assistir "Beck", e escutar um pouco de Neil Young...a poesia fluiu em inglês e saiu mais como uma música mesmo...a hora que eu pegar um violão na mão eu faço uma melodia pra ela...


The sky is cloudy,

Just like my heart.

The world stops right now,

Just like my heart.

I can’t understand anything,

I can’t understand the love.

But I felt the pain,

Of a broken heart.

The dog sleeps,

The cat shouts.

And my heart,

Do the like this both.

I don’t feel your presence,

I can’t feel your presence,

I just feel the pain,

I just feel the pain.

Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

Ressurreição

Tanto tempo sofrendo,

Tanto tempo lutando.

Com os olhos já ardendo,

E a alma me abandonando,

Sinto o ar me faltar,

Sinto o coração parar,

E quando fecho os olhos,

Não mais sinto o mundo girar.

Estive atormentado,

Pela eterna angustia do amor.

Estava com o coração mutilado,

Pela impiedosa dor.

Foi aí que você apareceu,

E me salvou.

O meu mundo amanheceu,

Com o teu calor.

Meus pulmões novamente se encheram de ar,

Meu coração então bateu,

E meu mundo voltou a girar,

Obrigado, Srª Agibert

Agibert Matheus

Às 02:35 de 02/08/08

Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Aniversário

bom hoje fecho 50 postagens aqui... assim como fecho mais um ano de vida.. num sei... eu num queria deixar passar esta... apesar de eu achar uma porcaria, que realmente é.. aqui vai meu poema titulado aniversário, amanhã eu tento trazer algo mais descente ok?...bah..nem sei pq eu falo aqui se só eu leio... x.x"


Sentado aqui, em meu lugar de praxe,

Na frente desta tela azul e branca,

Olhando pela janela a noite nublada.

Assim vou passando pela marca de mais um ano.

Um ano em que muito ocorreu,

Mas pouco realmente mudou.

Um ano em que minha mente se conturbou,

O ano em que minha vida virara.

Continuo aqui, pensando no amor,

Idealizando a Sra. Agibert,

Ouvindo um bom folk,

Ouvindo o deus Perseval.

Tento esquivar-me, mas não consigo,

Tento livrar-me mas não posso,

Nada cala meu coração,

Nada cala minha angústia por ti.

Por isto agora decido,

Que não mais fugirei,

Não mais me refugiarei,

Dentro de meu s poemas e palavras.

À partir de agora vou seguir em frente,

Vou fazer minha vida,

Vou tentar ser feliz,

Vou, simplesmente,

Te amar.

Agibert Matheus às 02:57 de 18/07/08