Sentado ao relento da noite,
Com um cigarro entre os dentes,
Chorando por saudades.
Assim me encontro,
Na porta de casa,
Ao som da caneta riscado o papel.
A Lua cose encobre de nuvens,
Tal qual meu coração,
Com lágrimas de anseio,
Anseio por tua presença.
Quão gloriosa sois, ó nuvem,
Que viaja nesse mundo,
E avista meu amor.
Quão glorioso sois vós, ó vento,
Que arrastas contigo meu suspiro,
Até os ouvidos de minha amada.
Voa aguardo, ó amada minha,
Com meus poemas em mãos, sentado nessa porta.
Para que testemunhes, junto com o mundo,
Este egoísta sentimento,
De te amar,
De te querer, para sempre, ao meu lado.
Agibert Matheus às 02:15 de 14/09/08
2 comentários:
Nossa que lindo, nem preciso te dizer que escreves bem não mesmo?? Acho que já cansaste de me ouvir repetindo isso XD
Parabéns ruivinho lindo
*0* obrigado morena do meu S2 *0*
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