Noite nublada,
Janela aberta,
Brisa tocando minha pele.
Assim me encontro,
Agoniado pela falta que me fazes.
Nada é capaz de tirar a minha mente de um foco,
Não agora, que apenas penso na morte e no amor.
Não sei o que acontecerá após meu coração parar,
Se fará a morte cessar a minha dor,
Mas sei que de momentos contigo preciso,
Para que possa me recordar.
Existe então o divino?!
Quantas incertezas,
Assim minha vida vem sendo feita,
Apenas de incertezas.
Só o que tenho por certo é a dor que sinto,
Que me espreme os pulmões,
E me leva a berros,
Que me aperta o coração,
E me traz o desespero.
E é em meio a essas dores,
Às incertezas de meu coração,
E ás baforadas de meu cigarro,
Que termino este poema,
Em uma fútil tentativa de fazer a dor passar.
Agibert Matheus
Às 23:28 de 29/05/08
1 comentários:
Desse eu não gostei....
Ui... muito triste....
dor... detesto sentir dor....ahsuhasuahsuahsuahushaush...
e pra variar ele foi escrito de madrugada,haushaushauhs
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