quinta-feira, 29 de maio de 2008

Dor

Noite nublada,

Janela aberta,

Brisa tocando minha pele.

Assim me encontro,

Agoniado pela falta que me fazes.

Nada é capaz de tirar a minha mente de um foco,

Não agora, que apenas penso na morte e no amor.

Não sei o que acontecerá após meu coração parar,

Se fará a morte cessar a minha dor,

Mas sei que de momentos contigo preciso,

Para que possa me recordar.

Existe então o divino?!

Quantas incertezas,

Assim minha vida vem sendo feita,

Apenas de incertezas.

Só o que tenho por certo é a dor que sinto,

Que me espreme os pulmões,

E me leva a berros,

Que me aperta o coração,

E me traz o desespero.

E é em meio a essas dores,

Às incertezas de meu coração,

E ás baforadas de meu cigarro,

Que termino este poema,

Em uma fútil tentativa de fazer a dor passar.

Agibert Matheus

Às 23:28 de 29/05/08

1 comentários:

Karen disse...

Desse eu não gostei....
Ui... muito triste....
dor... detesto sentir dor....ahsuhasuahsuahsuahushaush...
e pra variar ele foi escrito de madrugada,haushaushauhs